Bula para uma vida inadequada

Autor: Yuri Al’Hanati
ISBN: 9788583181194
Editora: Dublinense

R$ 39,90

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Sobre o autor

Yuri Al'Hanati

Yuri Al'Hanati nasceu em 1986, em Praia Brava, distrito de Angra dos Reis (RJ), e reside em Curitiba desde 2004, onde estudou Comunicação Social e Filosofia na UFPR. Jornalista e cartunista, colaborou para diversos veículos impressos e online, e atualmente escreve crônicas semanais para o portal A Escotilha. Criou, em 2010, o Livrada!, plataforma multimídia que experimenta abordagens leves na crítica literária.

Antes uma maldição formadora de párias, o deslocamento social é, hoje, o aspecto mais democrático da pós-modernidade. O estar fora de lugar é o tema destas crônicas. O flagrante cotidiano, usual do gênero, deixa um pouco de lado a perversão do voyeurismo para esboçar uma filosofia do estranhamento que, acima de tudo, celebra a solidão e a diferença. As crônicas deste livro formam uma bula: descrevem e prescrevem a vida inadequada, constroem com cenas o contraste entre a vontade de estar junto e a realidade de se estar só e tateiam, junto ao leitor, um entendimento comum sobre o fenômeno. Uma ponte levadiça, erguida quando a distância é conveniente, baixada quando a vida urge comunhão.
“Yuri Al’Hanati, a julgar por este seu livro de estreia, parece já ter escolhido seu figurino e suas obsessões. Ou talvez nem tivesse como fugir deles. Usa a crônica como uma espécie de bálsamo para as grandes e médias ressacas. Escreve sobre um mal-estar difuso, que ele próprio não tem como diagnosticar com precisão, mas que sabe dizer respeito à sua época. Aos gostos de sua geração, ao simulacro de convivência que caracteriza as redes sociais, à institucionalização das festas e da alegria, ao culto às soluções tecnológicas, às manifestações compulsórias, ao trabalho burocrático, à obrigação de cada um de parecer bem, integrado, limpo. Ao ônus de jogar o jogo certo.” LUÍS HENRIQUE PELLANDA, cronista

“Como se espera de um bom cronista, Yuri manda bem ao olhar com calma para o que mais ninguém parece realmente notar – o vendedor de abacaxi, a máquina de pinball… Mas é quando escreve sobre viagens, no entanto, que realmente brilha. Sua mirada muitas vezes idiossincrática ganha uma força tremenda ao confrontar lugares pouco óbvios”. RODRIGO CASARIN, jornalista

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